A advocacia brasileira está em estado de choque! Em pleno 2025, um representante da Comissão Nacional da Mulher Advogada da OAB declarou — sem pudor — que “não abre mão de chamar advogadas de meninas”. A frase, que escancarou o machismo institucionalizado, caiu como uma bomba no meio jurídico e reacendeu o debate sobre respeito, igualdade e representatividade.
Advogadas não são meninas — são profissionais, líderes, juízas, promotoras e defensoras da justiça! Reduzir mulheres a termos infantis em ambientes de poder é mais do que desrespeito: é uma tentativa de silenciar, infantilizar e deslegitimar sua atuação.
E o mais revoltante? A declaração veio justamente de quem deveria proteger e promover os direitos das mulheres na profissão. A Comissão da Mulher Advogada da OAB, ao invés de se posicionar com firmeza contra o machismo, naturaliza o preconceito com um sorriso no rosto e um apelido condescendente.
A reação foi imediata: juristas, coletivos femininos e advogadas de todo o país exigem retratação, mudança de postura e uma revisão urgente na composição da comissão. “Não somos meninas. Somos advogadas. E exigimos respeito!”, declarou uma integrante da rede nacional de juristas.
A pergunta que ecoa nos corredores dos tribunais e nas redes sociais é clara: até quando a OAB vai tolerar esse tipo de conduta dentro de suas próprias estruturas?



